Posts de fevereiro de 2011


Hora do Planeta 2011

postado por aleile @ 6:38 PM
28 de fevereiro de 2011
Hora do planeta
A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos.
Sábado, dia 26 de março, das 20h30 às 21h30 apague as luzes para ver um mundo melhor. Hora do Planeta 2011.
Onde acontece isso? No mundo todo e na sua cidade, empresa, casa… Em 2010, mais de um bilhão de pessoas em 4616 cidades, em 128 países, apagaram as luzes durante a Hora do Planeta. Em 2011, a mobilização será ainda maior.
 
 
 
Fonte: WWF

Ao invés de 3, vamos seguir 5R’s…

postado por aleile @ 1:34 PM
22 de fevereiro de 2011

A defesa do meio ambiente é responsabilidade de todos nós. Onde você estiver, nas tarefas do dia-a-dia promova os 5R:

* Reduzir
* Reutilizar
* Reciclar e Preciclar
* Reeducar
* Replanejar

Vou falar um pouquinho sobre cada um dos R:

- Reduzir é a melhor forma de evitarmos danos ambientais. Reduzindo o consumo estaremos consumindo menos água, energia e matéria-prima e reduziremos a produção de lixo.

- Reutilizar: desenvolva a cultura da reutilização, caixas de papelão, embalagens vazias podem ter diversas outras utilizadades , antes de enviá-las para a reciclagem ou para o aterro.

- Reciclar: colabore implantando a coleta seletiva em sua casa ou condomínio. Cada item reciclado significa menos consumo de água, energia elétrica e matéria-prima, e desflorestamentos de uma forma geral.

- Preciclar é dar preferência a produtos que não agridem o ambiente.

- Reeducar é manter-se informado sobre as questões ambientais. A ignorância ambiental é a maior ameaça à sustentabilidade do ser humano na Terra.

- Replanejar é rever os nossos gastos e hábitos, o nosso estilo de vida e o nosso consumismo.

Ajude a cuidar do nosso Planeta.


 

BRASKEM: SUCESSO COM PLÁSTICO VERDE

Tudo começou no mês de setembro de 2008, quando a Braskem anunciou ter sido bem sucedida no maior projeto de inovação de sua história, o desenvolvimento do Propileno verde (PP) de origem renovável. Primeiramente, as amostras foram obtidas em escala de laboratório e, na sequência, em planta-piloto, onde se produziu homopolímero e  copolímeros. Assim, foi dado mais um passo importante para consolidar a liderança da Braskem no desenvolvimento de plásticos verdes ao produzir as primeiras amostras de polipropileno a partir de matéria-prima 100% renovável com certificação internacional. O reconhecimento veio do laboratório norte-americano  Beta Analytic Inc., líder mundial em isótopos de carbono, que atestou sua origem 100% renovável através de metodologia para detecção de carbono fóssil na amostra.

 A consagração internacional aconteceuem24 de setembro deste ano, com a inauguração em Triunfo, no Rio Grande do Sul, de uma unidade com capacidade para produzir anualmente 200 mil toneladas de resina plástica feita a partir da cana-de-açúcar e com os inúmeros negócios fechados com empresas de vários países europeus na tradicional Feira Mundial do Plástico e da Borracha, realizada de 27 de outubro a 3 de novembro em Dusseldorf.

 ”O plástico verde da Braskem colocou a empresa e o Brasil numa posição destacada no mercado”, afirma Manoel Carnauba, vice-presidente de petroquímicos da companhia. “O sucesso de nosso estande foi muito grande na feira. Por ele passaram, em média, cinco mil pessoas por dia. Toda a nossa produção está antecipadamente vendida graças ao interesse que nosso produto inovador causou no mercado mundial”, explica.

“Os europeus são nossos maiores clientes, eles compram 55% de nosso plástico verde”, informa Manoel Carnauba. “Depois vêm os asiáticos, com 25%, e os norte-americanos e brasileiros fechando com os outros 25%, totalizando os 100% de nossa produção”.

O plástico verde produzido pela Braskem tem as propriedades e  mesmo a aparência de um polietileno comum e pode ser usado na fabricação de qualquer produto que use esse tipo de polímero: frascos, embalagens, sacolas, peças de automóveis e móveis. A semelhança é tão grande que, para diferenciá-lo, a empresa vai colocar um selo onde se lê “I’m Green”  (Sou Verde, em inglês). Mas, apesar do selo verde, o novo plástico da Braskem não resolve um problema crônico: não é um produto biodegradável. Ou seja, se ele for jogado na natureza vai demorar o mesmo número de anos para se degradar do que o plástico convencional.

Em contrapartida, a utilização da matéria-prima renovável, originada da cana-de-açúcar, traz um benefício muito importante, pois  contribui para a redução dos gases do efeito estufa. Os carbonos que participam de sua composição vêm do gás carbônico disperso na atmosfera. “Cada tonelada de polietileno verde equivale à retirada de 2,5 toneladas de CO2 da atmosfera. E isso é ótimo para o meio ambiente” destaca Carnauba.

 E quem faz a absorção é a própria cana-de-açúcar. No processo tradicional, acontece o inverso: são jogadas no ar cerca de 2,5 toneladas de dióxido de carbono por tonelada produzida. A cada ano, com a produção de polietileno verde, a Braskem contribui coma redução de emissão de mais de 750 mil toneladas de CO2. Isso equivale a plantar e manter mais de um milhão de árvores a cada ano.

Menos danos - E tem mais, segundo o executivo da Braskem: a exemplo do plástico comum, é um produto reciclável. Ao ser moído e passar por um processo químico gera mais plástico.

Também pode ser queimado para gerar energia elétrica. O plástico verde causa menos danos que muitos produtos biodegradáveis, que despejam micropartículas nos rios e aterros sanitários contaminando a natureza.

Desvendada a fórmula para produzir em escala industrial o polietileno 100% renovável, a Braskem investe agora na versão verde de outro polímero, também a partir da  cana-de-açúcar, com um nome semelhante e centenas de aplicações. Trata-se do polipropileno verde – ou PP verde, é uma resina cujas características são o baixo custo, a alta resistência ao impacto e à fratura por flexão ou fadiga, e a facilidade de coloração e moldagem. É encontrada em produtos da linha branca, em partes internas e externas de carros, material de construção civil, brinquedos, copos descartáveis, canetas esferográficas, recipientes para alimentos e remédios, entre outros.

 Para tanto, a Braskem desenvolve há algum tempo projetos nesta direção, tendo realizado nos últimos anos parcerias para estudos com Novozymes, Unicamp e LNBio. Para este projeto específico, foi realizada pesquisa de ecoeficiência em conjunto com a Fundação EspaçoEco, que demonstrou que para cada tonelada de polipropileno verde produzida, 2,3 toneladas de CO2 são capturadas e fixadas.

 A diretoria da Braskem anunciou que deverá construir uma fábrica destinada à fabricação de polipropileno verde. O projeto, ainda em estágio inicial, está orçado em US$ 100 milhões e tem previsão para entrar em operação em meados de 2013. O local de instalação da nova fábrica, que será capaz de produzir 30 mil toneladas de plástico por ano, ainda não está definido.A Bahia é forte candidata, mas, para ganhar de outros fortes concorrentes, o governo do estado precisa resolver um sério problema: o ICM é bem mais alto em relação a outros estados. Caso o imposto sobre o etanol seja reduzido, as chances da nova fábrica ser instalada no estado aumentam bastante.